Celebrado em 21 de março, o Dia Mundial da Síndrome de Down é um momento de reflexão sobre inclusão, respeito e acolhimento. Em Itanhaém, a história de Flávia Margarido e suas filhas gêmeas, Bruna e Taís, representa esse significado de forma especial.
Aos 39 anos, Flávia descobriu uma nova gravidez enquanto ainda amamentava sua filha mais nova. Pouco depois, veio a surpresa de que seriam gêmeas e, em seguida, o diagnóstico de que ambas nasceriam com Síndrome de Down, também conhecida como Trissomia 21.
A condição genética ocorre ainda na gestação e não está relacionada a fatores externos. Apesar de influenciar o desenvolvimento, com estímulos adequados e acompanhamento, pessoas com Síndrome de Down podem ter uma vida ativa, com പഠo, trabalho e participação social.
Inicialmente, a notícia trouxe medo e insegurança para a família, mas rapidamente foi transformada em força e aprendizado. Flávia e seu marido decidiram buscar informação e apoio, reconstruindo expectativas e fortalecendo o vínculo familiar.
Morando em São Paulo na época, a família optou por retornar a Itanhaém para contar com uma rede de apoio mais próxima. As gêmeas nasceram prematuras, durante a pandemia, e desde cedo enfrentaram desafios que exigiram cuidados especiais.
Com o passar dos anos, Bruna e Taís passaram a frequentar a rede municipal de ensino, onde recebem acompanhamento especializado e estímulos importantes para o desenvolvimento. Além das aulas regulares, participam de atendimento educacional especializado e acompanhamento com profissionais da área.
Na escola, as crianças encontram um ambiente acolhedor, com profissionais preparados para promover a inclusão e respeitar o ritmo de cada aluno. Para a família, esse suporte faz toda a diferença no desenvolvimento e bem-estar das meninas.
A trajetória das gêmeas reforça a importância da empatia e da inclusão, mostrando que o amor e o apoio são fundamentais para superar desafios e construir oportunidades.
Fotos: Imagem Reprodução prefeitura de Itanhaém



